Vem do perré, vem do caboclinho

o pensamento da rítmica percussiva nas tradições pernambucanas

Autores

  • Fernando Souza Universidade Federal do Ceará

Palavras-chave:

Bateria e percussão popular, Pensamento rítmico, Padrão perré

Resumo

Esta comunicação debruça-se sobre estudos etnográficos desenvolvidos entre artistas e brincantes da cultura popular de Pernambuco (segmentos de produção midiática e de tradição oral) desde 2003. O interesse norteador dessa aproximação tem por base identificar o pensamento da rítmica musical de músicos locais quando edificam suas performances no cotidiano a partir do padrão do perré próprio do caboclinho, considerando a relevância deste entendimento para o estudo da linguagem percussiva de ritmos de tradição popular de Pernambuco, do nordeste e do Brasil. E para além desse objetivo, estes estudos buscaram contribuir para aplicação desse padrão de expressão local em abordagens pedagógicas de formação de percussionistas e bateristas em domínios expressivos da cultura popular e world music. Tal linha de interesses emerge como significativos na atualidade em planos de cursos do ensino musical percussivo por decorrência da projeção dos saberes informais e intangíveis da cultura nordestina na teia global de perspectivas. Dado este observável em plataformas da web, que revelam a crescente de interesses por tais saberes na teia global. Fruto de uma abordagem dialógica da etnomusicologia, estes dados de base etnográfica foram articulados em contexto de observação participante considerando o preceito da colaboratividade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-08-08

Como Citar

Souza, F. (2026). Vem do perré, vem do caboclinho: o pensamento da rítmica percussiva nas tradições pernambucanas. ANPPOM. Recuperado de https://anppom.emnuvens.com.br/congresso/article/view/881

Edição

Subáreas

ST-4. Percussão no Brasil: Estado da Arte, Desafios e Perspectivas Contemporâneas

Formatos